Carta Psicografada

Quero compartilhar com vocês esta notícia, a espiritualidade trabalha incessantemente para trazer luz àqueles que não acreditam que as pessoas não morrem, apenas mudam de dimensão.

Provas acontecem todos os dias, mas está em nossas mãos acreditar naquilo que vemos, lemos, ouvimos…

Mas não é acreditar, cegamente, ou com vendas nos olhos, é questionar, interpretar, senão viraria fanatismo, e isto não precisamos aqui.

Que possamos ao menos abrir a possibilidade de que há algo mais além desta vida que temos…

Não acredite em nada que ler ou ouvir neste site. Experimente.

Tenha suas experiências pessoais.

http://m.folha.uol.com.br/cotidiano/2016/07/1795497-espirito-desfaz-misterio-e-revela-a-mae-localizacao-de-filho-morto-no-ceara.shtml?mobile

Fonte: Folha UOL

ESPIRITISMO – MAIS VOCÊ – SENSITIVOS – MÉDIUM E MEDIUNIDADE

Segue 4 vídeos interessantes falando sobre o espiritismo e mediunidade, passou na rede globo há alguns bons anos atrás…
Mas falando da espiritualidade de uma forma bem interessante e simples, pois mediunidade não é terror e sim um dom, apesar de algumas pessoas terem horror a espiritismo ainda acho que é a religião que mais se aproxima da verdade.
Se o dom Empata achamos ruim, imaginem a clarividência…


https://www.youtube.com/watch?v=JGmEgF6e58M

Existe vida após o parto?

Nossa visão de mundo é tão pequena e estreita, não temos a noção da dimensão do universo….
Ficamos enraizados em nossa ignorância e acreditamos nela….
Nosso pequeno mundinho….há muita coisa lá fora, basta sentir, basta olhar com os olhos do amor…
Achei linda a comparação ….com a vida após útero e a vida após a morte.

Foto de Andreia Marcelino.

No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro:
“Você acredita em vida após o parto?”
O outro respondeu: “É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde.”
“Bobagem”, disse o primeiro. “Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta?”
O segundo disse: “Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora.”
O primeiro retrucou: “Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação.”
O segundo insistiu: “Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico.”
O primeiro contestou: “Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum.”
“Bem, eu não sei”, disse o segundo,” mas certamente vamos encontrar a mamãe e ela vai cuidar de nós.”
O primeiro respondeu: “Mamãe, você realmente acredita em mamãe? Isto é ridículo. Se a mamãe existe, então, onde ela está agora?”
O segundo disse: “Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir.”
Disse o primeiro: “Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe.”
Ao que o segundo respondeu: “Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima.”

Este foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.