Sintomas de Assédio. Alertas para sintomas de influências espirituais – Saulo Calderon

Bem pessoal estamos com o pé no carnaval e nesta época do ano a coisa fica feia, a bruxa fica solta, ninguém é de ninguém, é algo parecido como abriram as porteiras do “inferno”….rs…

Achei bem legal e oportuno algumas informações que o Saulo Calderon trás neste vídeo, ele fala sobre algumas artimanhas do assédio e as influências espirituais.

Se não estiver entusiasmado/a em ler ou assistir agora, marque o post para assistir no seu retorno, certamente voltaremos com algumas companhias extras, fica a minha dica para o pós carnaval.

Sempre bom lembrar que os espíritos mal intencionados utilizam das nossas fraquezas para nos atingir, por isso, o melhor é observar-nos mais de pertinho, ficarmos a espreita de nós mesmos, porque se não nos cuidamos, tenham certeza absoluta que alguém cuidará de você.

 

Fonte: Saulo Calderon

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ESPIRITISMO – MAIS VOCÊ – SENSITIVOS – MÉDIUM E MEDIUNIDADE

Segue 4 vídeos interessantes falando sobre o espiritismo e mediunidade, passou na rede globo há alguns bons anos atrás…
Mas falando da espiritualidade de uma forma bem interessante e simples, pois mediunidade não é terror e sim um dom, apesar de algumas pessoas terem horror a espiritismo ainda acho que é a religião que mais se aproxima da verdade.
Se o dom Empata achamos ruim, imaginem a clarividência…


https://www.youtube.com/watch?v=JGmEgF6e58M

Alerta sobre mediunidade, as consequências do não uso – Saulo Calderon

Algumas explicações:
A pessoa empata, não é um médium ostensivo.
Assistam alguns alertas do Saulo sobre a mediunidade e sobre as densificações energéticas.
Faço as técnicas todos os dias, justamente para modificar esse padrão energético e estudo, muito estudo, melhoria da lucidez nas situações da vida.
Enfrentar o problema de frente, resolvê-lo sem deixar pendências.

Existe vida após o parto?

Nossa visão de mundo é tão pequena e estreita, não temos a noção da dimensão do universo….
Ficamos enraizados em nossa ignorância e acreditamos nela….
Nosso pequeno mundinho….há muita coisa lá fora, basta sentir, basta olhar com os olhos do amor…
Achei linda a comparação ….com a vida após útero e a vida após a morte.

Foto de Andreia Marcelino.

No ventre de uma mãe havia dois bebês. Um perguntou ao outro:
“Você acredita em vida após o parto?”
O outro respondeu: “É claro. Tem que haver algo após o parto. Talvez nós estejamos aqui para nos preparar para o que virá mais tarde.”
“Bobagem”, disse o primeiro. “Não há vida após o parto. Que tipo de vida seria esta?”
O segundo disse: “Eu não sei, mas haverá mais luz do que aqui. Talvez nós poderemos andar com as nossas próprias pernas e comer com nossas bocas. Talvez teremos outros sentidos que não podemos entender agora.”
O primeiro retrucou: “Isto é um absurdo. Andar é impossível. E comer com a boca!? Ridículo! O cordão umbilical nos fornece nutrição e tudo o mais de que precisamos. O cordão umbilical é muito curto. A vida após o parto está fora de cogitação.”
O segundo insistiu: “Bem, eu acho que há alguma coisa e talvez seja diferente do que é aqui. Talvez a gente não vá mais precisar deste tubo físico.”
O primeiro contestou: “Bobagem, e além disso, se há realmente vida após o parto, então, por que ninguém jamais voltou de lá? O parto é o fim da vida e no pós-parto não há nada além de escuridão, silêncio e esquecimento. Ele não nos levará a lugar nenhum.”
“Bem, eu não sei”, disse o segundo,” mas certamente vamos encontrar a mamãe e ela vai cuidar de nós.”
O primeiro respondeu: “Mamãe, você realmente acredita em mamãe? Isto é ridículo. Se a mamãe existe, então, onde ela está agora?”
O segundo disse: “Ela está ao nosso redor. Estamos cercados por ela. Nós somos dela. É nela que vivemos. Sem ela este mundo não seria e não poderia existir.”
Disse o primeiro: “Bem, eu não posso vê-la, então, é lógico que ela não existe.”
Ao que o segundo respondeu: “Às vezes, quando você está em silêncio, se você se concentrar e realmente ouvir, você poderá perceber a presença dela e ouvir sua voz amorosa lá de cima.”

Este foi o modo pelo qual um escritor húngaro explicou a existência de Deus.