Reuniões mediúnicas no lar fazer ou não fazer? Katia Di Giaimo

Reuniões mediúnicas no lar, fazer ou não fazer?

Uma coisa é a abertura do evangelho no lar, onde fazemos entre amigos e familiares apenas uma leitura de um trecho do evangelho, trocando impressões e informações, explanando sobre o que foi lido em voz alta sem mediunização, incorporação, essa é uma tarefa bem legal e importante.

Nesta situação, estamos abrindo um canal de explicação e entendimento nos dois planos, físico e espiritual.

Diferente de mediunizar e incorporar, receber pessoas na sua casa e dar uma abertura para a assistência espiritual a tantos necessitados no campo físico e no campo extra físico.

Sei que existe muita controvérsia a respeito de fazer reuniões no lar.

Existem pontos positivos e negativos e aí podem avaliar de acordo com a vida de cada um…

Tanto as reuniões espíritas no lar, como a Tenepes para quem é da conscienciologia…

Esta tarefa de auxílio é linda, mas o comprometimento com aquilo que se vai fazer é muito grande e importante…

Imagine que você uma vez por semana vai distribuir cestas básicas, ou um lanche, ou sopão para pessoas carentes….

Você toda semana se propõe a matar a fome de um povo extremamente carente, certo dia, você tem um imprevisto e não pode ir, a cobrança em cima de você será gigantesca….

O mesmo acontece quando você se propõe a ajudar, os carentes se aproximam, os amparadores e colaboradores virão na mesma proporção com a necessidade do povo a ser atendido…

Resta saber aqui, se você pode se “doar” e fazer disso um compromisso diário, semanal, mensal, porque se um dia faltar, a cobrança será muito grande.

Se um dia você parar de doar, a fila na sua porta continuará porque existe muito pouca gente doando, as pessoas “estão” egoístas, cada um pensando em si e olhando apenas o seu próprio umbigo.

O equilíbrio espiritual, emocional e mental de quem está doando energia (alimento) aos esfomeados deve ser proporcional…

“Quando entramos em um avião, a primeira explicação que nos dão é: Se faltar oxigênio, você deve primeiro colocar a máscara em você para depois auxiliar quem estiver do seu lado.”

Porque isso?

Porque se faltar oxigênio, você desfalecerá e não ajudará ninguém.

O mesmo acontece quando nos propomos a fazer uma tarefa assistencial, se não tivermos instrumentos para o auxilio, como conhecimento, instrução, equilíbrio emocional, força energética e maturidade o que acontecerá é o desequilíbrio e a tarefa assistencial poderá se tornar em um enorme fardo.

O que quero dizer com isso é que um médium ou uma pessoa empata, um ectoplasta tem uma energia de cura linda pelo tanto de ectoplasma que possui, e isso precisa ser doado, precisa entrar na tarefa de auxiliar pessoas que estão “atrasadas” nessa jornada da terra.

Pensemos que o “ectoplasma” (energia neutra) é uma característica que os ectoplastas possuem uma energia mais expandida, que adentra as pessoas e ambientes e em seguida trás para si todo o conteúdo que está lá.

O ectoplasta, precisa trabalhar com cura corrigindo e curando o que está doente, mas precisa existir um equilíbrio ainda maior…

Porque isso?

Veja o João de Deus…o estrago que fez e o débito que contraiu em sua vida espiritual…

A responsabilidade está no equilíbrio, autoconhecimento, estudos, estabilidade emocional…

A decisão de fazer reuniões mediúnicas ou não em casa é de cada um, mas se a decisão for a de realizar reuniões ou praticar a tenepes, faça com consciência e a responsabilidade e maturidade tão necessárias.

Eu nunca me senti madura para a tenepes.

A tenepes é a tarefa energética pessoal, diária, de doação de energias a consciências intra e extrafísicas, realizada de modo anônimo pelo praticante da técnica, em conjunto com amparador extrafísico. Esta é uma técnica baseada na ciência Conscienciologia.

Às vezes penso, será que todo o trabalho que faço no YouTube, no site, na página Pessoas Empatas e no grupo já não é uma tarefa de assistência e esclarecimento?

Minha alma não pede que eu trabalhe com incorporações mais, a cura prânica me ensinou que posso movimentar e curar a energia das pessoas…através de técnicas…

Meu espírito também me pede mais, curar uma pessoa apenas é pouco para minha alma, minha tarefa existencial é maior e cada um precisa compreender o que veio fazer aqui no mundo e entender qual é a sua tarefa pessoal…

Que possamos avaliar com clareza nosso propósito de vida, porque ser assistencial é tarefa divina e de todos nós, mas precisamos estar maduros para compreender o que tudo isso implica em nossa vida e dar o melhor de nós sempre.

Abaixo uma mensagem que recebi e acho que tem tudo a ver, reforma íntima.


Queridos Tarefeiros do Bem,

recado de nosso amigo Julio Cesar Roriz recolhido em um site de Mensagens Espíritas para nossa reflexão.

“O QUE ACONTECE QUANDO VOCÊ COMEÇA A FREQUENTAR UM CENTRO ESPÍRITA?

Quando você entra em um Centro Espírita, você não se torna médium. A não ser que você já tenha nascido com o corpo físico preparado para isso, você não começa a ver ou a ouvir os Espíritos.

Quando você entra em um Centro Espírita, não existe nenhuma espécie de recado dos Espíritos Superiores direcionado exclusivamente a você. Tampouco seus familiares desencarnados te enviarão cartas dizendo o que você deve ou não fazer da vida.

Quando você entra em um Centro em Espírita, as pessoas não vão te contar quem você foi ou fez em suas vidas passadas. Se essas informações fossem necessárias você se lembraria por conta própria. Basta saber que você colhe hoje aquilo que plantou em outras existências até para que você passe a semear com mais sabedoria e amor no seu dia de hoje.

Quando você entra em um Centro Espírita, você não recebe a solução mágica para resolver seus problemas. Suas dores continuarão a existir. Suas perdas, suas mágoas, suas dificuldades de relacionamento ou o que quer que você enfrente na vida.

Quando você entra em um Centro Espírita, você definitivamente não está salvo. Seu lugar no céu jamais poderá ser comprado até porque a ideia de céu do Espiritismo nada tem a ver com anjos tocando harpa nas nuvens e sim com a consciência tranquila do dever cumprido.

A verdade, que poucos compreendem ou querem compreender, é que quando você começa a frequentar um Centro Espírita absolutamente nada muda em sua vida.

Acredite. Nada mesmo.

A não ser que você tome a decisão de mudar, que você compreenda que precisa realizar melhorias em si mesmo, que aceite o convite da reforma íntima e moral, tudo continuará da mesma forma que já estava.

Ninguém pode viver nossa vida ou dar por nós os passos que nos cabem. Compete a cada um de nós a construção da nossa própria felicidade. Essa noção de responsabilidade individual, tão pouco considerada nos dias atuais, é, com certeza, uma das primeiras lições, entre tantas outras, que você aprenderá quando de fato entrar em um Centro Espírita.” Autor desconhecido.

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