SER REFRATÁRIO – Katia Di Giaimo

Olá, bom domingo a todos!!!

Hoje trago um vídeo de Waldo Vieira falando sobre as desassimilações energéticas, é curtinho e garanto vale o aprendizado.

Ele fala da necessidade que temos de ser refratários, resistentes as coisas que acontecem a nossa volta e com a gente mesmo.

Significado da palavra refratário:

adjetivo
1 – que resiste à ação física ou química.
2 – que resiste às leis ou a princípios de autoridade; insubmisso.
“funcionário refratário.”
3  – indiferente, obstinado, resistente, intransigente.
4 – imune a certas doenças.
“era um homem refratário a gripes”
5 – adjetivo substantivo masculino
que ou aquilo que suporta temperaturas elevadas.

 

Ser refratário é aprender a lidar com as energias vindas dos locais em que passamos, de pessoas que encontramos  sem se contaminar, aprender que precisamos desassimilar essas energias e ele dá dicas de como fazer isso.

Quanto mais “sentimentais” somos, mais ficaremos entregues às baratas, ou seja, precisamos criar uma fortaleza em nós para evitar os sentimentalismos e a vitimização.

É muito comum aos Empatas | Sensitivos | Médiuns Esponja permanecerem na dor do outro, somos pegos muitas vezes pelas emoções e vejo muitos de nós ficando presos nessas condições emocionais.

Ficam por muito tempo numa roda viva, num sobe e desce de emoções e acaba parecendo que nos alimentamos disso.

Existem trabalhos energéticos, além de todo um aprendizado pessoal para evoluir nossa consciência e entender que precisamos mudar nossa maneira de ver as coisas, de auxiliar sim, mas não se prender nas emoções.

Sendo mais refratários, mais resistentes as dores, emoções e sentimentos nos manteremos nessa condição por maior tempo.

Não sintonizando com a energia do outro, quando não gostamos daquela energia mudamos nosso padrão e agindo assim, nos tornamos mais refratários as reações danosas.

Dicas do Waldo Vieira:

Prática do Estado Vibracional constante com vontade, intenção, determinação na movimentação energética.

Confiram no vídeo!!!

Sobre as 40 manobras energéticas que Waldo comenta no vídeo, incluo aqui para quem quiser conhecer:


LISTAGEM DAS 40 MANOBRAS ENERGÉTICAS

1. Absorção. A captação ou interiorização de energias imanentes (EIs) e conscienciais (ECs) em si próprio, de modo autoconsciente, seletivas ou escolhidas pela decisão e autodeterminação da conscin (autopensenes, egopensenes).
2. Acoplamentos. Os acoplamentos e desacoplamentos áuricos gerados pela vontade decidida entre conscins e consciexes, instalando-se um campo ener­gético, específico e temporário, com atuações homeostáticas.
3. Acréscimos. Os acréscimos de energia ex­terna ao microuniverso consciencial do praticante, ho­mem ou mulher, ou os heteropensenes (xenopensenes) que podem ser sadios ou doentios e sempre com possibilidade úteis de identificação qualitativa.
4. Acumulação. A localização, acumulação ou armazenamento das massas de energias condensadas geradas pela própria conscin e por todos os presentes aos experimentos intra e extrafísicos, tanto energéticos quanto parapsíquicos.
5. Assimilações. As assimilações simpáticas (assim, sinergias, sincronismos) e desassimilações simpáticas (desassim), geradas pela vontade decidida e mais potente.
6. Assincronias. Os desencontros ou assincronias do fluxo energético, ou a chamada quebra da corrente com agentes internos e externos (heteropensenes, xenopensenes, laleropensenes).
7. Aumento. O aumento ou a diminuição do volume ou impulsão do fluxo energético, seja inter­mitente, mais comum, ou contínuo, mais raro.
8. Banhos. Os banhos de energias conscien­ciais (ECs), tanto intencionais, próprios, quanto espon­tâneos, contínuos, raríssimos, de consciexes mais evoluídas (superpensenes).
9. Bloqueios. Os bloqueios e desbloqueios, compensações e desintoxicações dos fluxos energéti­cos alheios, quando doentios ou intrusivos ao microuniverso da própria pessoa (antipensenes), ou à corrente de energias já instalada e consolidada com afinidade e empatia.
10. Categoria. A classificação (taxonomia) ra­cional e prática das categorias das energias atuantes em geral.
11. Chacra. A identificação do chacra pessoal cujas manifestações predominam na corrente ener­gética em um determinado experimento.
12. Compensações. As compensações ou des­bloqueios energéticos diversos, pessoais e alheios (grupopensenes).
13. Continuidade. A constatação da dinâmica do raro fluxo contínuo de energias conscienciais (ECs) cm determinadas injunções da assistência interconsciencial, emergencial e crítica, tipo pronto-socorro.
14. Diminuição. A redução do volume ou da intensidade do fluxo energético gerado pela vontade pessoal e sentido abruptamente.
15. Direcionamento. O direcionamento, o sen­tido, o percurso e o destino intencionalmente aplicados e percorridos pelos fluxos energéticos assistenciais.
16. Discriminação. A identificação e a especi­ficação nítidas das energias conscienciais (ECs); o tempo todo, em qualquer lugar, sob quaisquer con­dições ou posturas somáticas.
17. Dissipação. A localização e a identificação do espraiamento, dispersão ou dissipação de energias conscienciais; a rigor, quanto às energias conscien­ciais, nada se cria e tudo se transfere.
18. Doadores. Os participantes, homens e mu­lheres, seguradores, doadores autoconscientes ou sustentadores da corrente de energias conscienciais, ou seja: os mais ligados ou antenados em relação à dinâmica das energias no momento e nas circunstân­cias.
19. Duração. A constatação indiscutível do período de duração, permanência ou predomínio de uma dinâmica específica dos fluxos energéticos.
20. Empatia. As afinidades das pessoas pre­sentes, fortes ou débeis, associadas energeticamente (empatia, homopensenes, orlopensenes).
21. Encapsulamentos. Os quistos energéti­cos das conscins e das consciexes não afinizadas com o ambiente (holopensene local), encapsuladas ou dependentes de assediadores extrafísicos (satélites de assediadores, consciexes energívoras, parapsicóticos pós-dessomáticos) e seus parapensenes.
22. Especificação. A especificação de imediato do fluxo de energias em jatos (intermitente) ou contí­nua, mais rara, assim que as energias se manifestam ou assoberbam a conscin.
23. EV. A instalação do Estado Vibracional (EV) profilático, ao iniciar e finalizar as tarefas de assis­tência energética interconsciencial.
24. Exteriorização. A liberação, exteriorização ou transferências autoconscientes das energias cons­cienciais (ECs) de uma conscin para outra, de um objeto para outro e de um ambiente para outro, sob a impulsão da vontade decidida.
25. Homogeneização. A homogeneidade da descarga bioenergética ou a uniformidade do fluxo intenso de energias conscienciais de ação contínua.
26.Intensidade. A identificação da intensidade do fluxo ou das pulsações de energia que passam pela conscin, a qualquer instante (lectopensenes).
27. Intermitência. A aferição autoconsciente da especificidade do fluxo energético atuante através de jatos de descarga de energias conscienciais.
28.Oniropensene. A identificação do tipo de patopensene (oniropensene) da pessoa desconcentrada ou parapsiquicamente ausente (encapsulada) das manifestações afins (desligada), dentro da cor­rente de energias assistenciais.
29.Percursos. Os percursos da circulação das energias no ambiente e fora dele, ou melhor: a dinâ­mica permanente ou a mobilização autoconsciente das energias pessoais e grupais (materpensene ou grupopensene).
30. Perdas. As aparentes perdas temporárias ou transferências sutis – em muitos casos, freqüentes – de energias no decorrer dos trabalhos assistenciais.
31. Recomposição. A normalização da assi­milação das energias imanentes (Eis) e a recompo­sição dos níveis pessoais de energias conscienciais do holochacra (homeostase bioenergética).
32.Reforços. A recepção lúcida de acréscimos, ou chuveiros de energias conscienciais (ECs) reforçadores e inesperados que envolvem as conscins (superpensenes).
33. Reunificação. Os suprimentos energéticos feitos a favor da homogeneização das freqüências das energias ou dos grupopensenes, quando os exce­dentes energéticos cobrem as falhas e as soluções de continuidade dos fluxos, reunificando a assim chamada corrente vital estabelecida.
34.Ritmo. A freqüência, pulsação cadenciada ou o ritmo exato, médio ou predominante do fluxo energético pessoal.
35. Sincronizações. As sincronizações energé­ticas da conscin com os agentes externos, intra e extrafísicos (copensenes).
36. Temperatura. A sensação de temperatura, calor ou frio predominante nas manifestações (biotermia somática), com o aquecimento ou o desaquecimento (resfriamento) somático através das energias conscienciais (ECs).
37. Tentáculos. Os tentáculos energéticos envolvedores, que podem ser interceptados e anulados pela determinação da vontade da personalidade vigo­rosa, autoconsciente.
38. Vacilações. As vacilações mentais ou os xenopensenes das pessoas presentes, quando devaneadoras ou que sonham acordadas (circumpensenes).
39. Vazamentos. As rupturas ou os vazamentos da corrente energética, sentidos e neutralizados pela força da vontade da conscin lúcida.
40. Velocidade. A força volitiva (intencionalidade) de impulsão do fluxo energético ou a velocidade da descarga energética, gerada pela própria vontade, a partir do materpensene e da vontade média do grupo em serviço assistencial (grupopensenes).
Complexidade. Os 40 procedimentos energéti­cos iniciais conduzem a conscin, dentre outras, a 10 manobras técnicas, muito mais complexas, de efeitos sadios e cosmoéticos:
1. Bíduo. A intensificação consciente da ab­sorção e doação das energias a partir do ato sexual ou do bíduo bioenergélico (dupla evolutiva).
2. Check Up. A execução prática, sempre que necessária, do próprio check up bioenergélico, ime­diato, na manutenção da aura de saúde.
3. Congressus. A neutralização e profilaxia quanto ao congressus subtilis em relação aos assé­dios interconscienciais com bases sexuais interdimensionais.
4. Desassédios. Os desassédios extrafísicos, ou hetero-enfrentamentos paraface a paraface, com as consciexes assediadoras a partir da autoconfiança, do destemor e da intenção assistencial cosmoética.
5. Evocação. A evocação, quando oportuna, esclarecedora e construtiva, de conscins ou cons­ciexes, objetivando reconciliações e melhorias nas tarefas da assistência interconsciencial.
6. Interceptação. A interceptação ou anula­ção temporária das parapercepções de outrem com finalidade assistencial em favor de todo um grupo (encapsulamento e economia cosmoética).
7. Leitura. A leitura da aura energética (psicosfera), espontânea, ao modo de hábito sadio, das pessoas em geral, seja de modo individual ou grupal.
8. Primener. O desfrute da condição real, me­nos esporádica, da primavera energética (primener), inclusive a dois, dentro do holopensene da dupla evo­lutiva.
9. Profilaxia. O emprego rotineiro do estado vibracional profilático a qualquer momento, em toda circunstância, sem dificuldade nem sacrifício pessoal, ao modo de uma ferramenta top de linha ou rotina evolutiva útil.
10. Soltura. A conquista mais freqüente e hígida do estado de soltura temporária do próprio holochacra. com todas as conseqüências evolutivas, projetivas e parapsíquicas em geral daí decorrentes.
Waldo Vieira
Eis alguns outros termos pelo qual as energias também são conhecidas: bioenergia, prana, ki, chi, chi power, ka, cosmo, energia vital, duplo etérico, holochacra, energossoma, magnetismo pessoal, sex appeal, empatia, força interna, inner power, ectoplasma, ectoplasmia, energia imanente, energia consciencial, anima mundi, atna, azote, baraka, bioplasma, eletricidade vital, energia cósmica, energia astral, faculdade psi, fluido psiquico, fluido vital, kundaline, libido, spiritus, wong, charme, fascinação, poder pessoal, it, magia emocional, pensene, mbe, estado vibracional ou EV.

Fontes: Consciência Lúcida

http://www.consciencialucida.com.br/2010/10/listagem-das-40-manobras-energeticas.html

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